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Conferência: Aliança Maçónica Europeia – A Maçonaria de ontem e de hoje. por Henri Charpentier. Organizado pela Grande Loja Simbólica de Portugal - Maçonaria Portuguesa

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A Aliança Maçónica Europeia –  A Maçonaria de ontem e de hoje. por Henri Charpentier. Organizado pela Grande Loja Simbólica de Portugal - Maçonaria Portuguesa

No próxima segunda-feira, dia 26 de abril 2021, pelas 21h30, realiza-se a conferência dedicada ao tema “Aliança Maçónica Europeia – A Maçonaria de ontem e de hoje,  com preleção de Henri Charpentier.

Link da Conferencia: https://rebrand.ly/grandeconferencia

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Henri Charpentier é Presidente da Aliança Maçónia Europeia e Past Grão-Mestre do Grande Oriente da Bélgica, a maior obediência desse país. É Quadro Superior da administração tributária, assim como, administrador de empresas filantrópicas, do Museu Belga de Maçonaria e do Centro de Planeamento Familiar “Centro Louise Michel”.

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Aliança Maçónica Europeia é a maior Organização Maçonica Europeia. Trabalha com mais de 30 Obediências maçónicas provenientes de 16 países europeus representando o mosaico maçónico da União Europeia e os valores da maçonaria liberal.

Os seus valores são herdeiros do espírito das Luzes do século XVIII numa dimensão espiritual, adogmática, defendendo uma Sociedade mais justa e livre.

Na maçonaria liberal não impõe nenhuma crença aos seus membros, defendendo a liberdade absoluta de consciência e de livre arbítrio, imbuídos dos ideais de democracia, fraternidade, direitos iguais para todos os seres humanos e o direito de todos à dignidade humana.

A  Aliança Maçónica Europeia tem como alicerces a Declaração Universal dos Direitos do Homem de 1948, a Convenção Europeia para a Protecção dos Direitos do Homem e das Liberdades Fundamentais de 1950 e a Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia de 2000.

Defende o princípio do "secularismo europeu", que implica a mais estrita independência das instituições europeias das igrejas e organizações filosóficas.

Consideramos que as convicções filosóficas ou religiosas são uma questão da vida privada e não devem ser impostas.

Subscrevemos o Diálogo estabelecido pelo Artigo 17 do Tratado de Lisboa entre os organismos e igrejas europeus e as organizações filosóficas e não confessionais.

A Aliança Maçónica Europeia está registrada no Registro de Transparência da União Europeia sob o número 916946818172-34.

Em Portugal são membros da AME: Grande Oriente Lusitano, Grande Loja Simbólica de Portugal, Grande Loja Simbólica da Lusitania - Maçonaria Mista, Grande Loja Feminina de Portugal e Federação Portuguesa do D.H. Obédiences membres (ame-ema.eu)

A Grande Loja Simbólica de Portugal organiza esta décima quinta conferência, inserida no Ciclo das Grandes Videoconferências da Maçonaria Portuguesa, que tem como intuito a abordagem de temas maçónicos e sociais, através de videoconferências abertas à Sociedade em geral, pela primeira vez em Portugal.

A Grande Loja Simbólica de Portugal é a terceira Obediência Maçónica Portuguesa. Pratica o Rito Escocês Antigo e Aceite, Rito Antigo e Primitivo Memphis Misraïm e o Rito Emulação com as cartas patentes do Grande Oriente de França (a maior Obediência Maçónica Francesa).

A Maçonaria Espanhola manifesta apoio às Obediências Maçónicas portuguesas endereçada à Grande Loja Simbólica de Portugal - GLSP, Grande Loja Simbólica da Lusitânia - Maçonaria Mista Portuguesa - GLSL e ao Grande Oriente Lusitano - GOL.

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A Grande Loja Simbólica Espanhola, a maior obediência maçónica espanhola da Maçonaria Liberal, manifesta a sua solidariedade e apoio às Obediências Maçónicas portuguesas endereçada à Grande Loja Simbólica de Portugal, Grande Loja Simbólica da Lusitânia e do Grande Oriente Lusitano, contra o projeto de lei que torna obrigatório que todos os deputados e titulares de cargos públicos declarem se pertencem a associações e organizações discretas.

A Grande Loja Simbólica Espanhola considera um enorme retrocesso em matéria de Direitos e Liberdades individuais num flagrante exercício de discriminação. No caso de Espanha, e um ano após o fim da Guerra Civil, em 1940, Francisco Franco promulgou a Lei de Repressão contra a Maçonaria, ao abrigo da qual os maçons espanhóis foram perseguidos e fuzilados. Mas Franco permitiu a existência de lojas nas bases militares norte-americanas onde trabalhavam maçons deste país.

Por isso, foi com natural felicidade que a Grande Loja Simbólica de Portugal recebeu a carta (em anexo) que nos foi remetida pela Grande Loja Simbólica Espanhola, a qual tornamos publica. Demonstrando claramente que existe uma verdadeira maçonaria universal, sem país, seja em Espanha, em Portugal ou em qualquer outro lado, com os mesmos princípios da fraternidade, da liberdade, da igualdade, do humanismo e da filantropia, do progresso para uma sociedade livre e justa.

A Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica de Espanha partilham destes princípios, que assentam no livre pensamento, na liberdade de consciência e na tolerância, permitindo o aperfeiçoamento do homem, a edificação de uma sociedade justa e igualitária e o progresso da humanidade através da elevação moral e espiritual.

 

Noticias sobre este assunto:

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https://www.tsf.pt/mundo/enorme-retrocesso-maconaria-espanhola-solidaria-contra-identificacao-em-cargos-publicos-13503826.html

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https://tvi24.iol.pt/politica/psd/maconaria-espanhola-solidaria-contra-identificacao-em-cargos-publicos?utm_source=whatsapp%26utm_medium=social%26utm_campaign=shared_site

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https://www.sabado.pt/ultima-hora/detalhe/maconaria-espanhola-solidaria-contra-identificacao-em-cargos-publicos

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https://observador.pt/2021/03/26/maconaria-espanhola-solidaria-com-a-portuguesa-e-contra-identificacao-em-cargos-publicos/

 

 

Comunicados das Obediências Maçónicas Portuguesas relativo ao Projecto Lei do PSD - Maçonaria Portuguesa

 

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A Maçonaria defende sim, os Direitos e Princípios consagrados na Constituição da República Portuguesa, mormente os artigos 41º e 46º referentes respetivamente à Liberdade de consciência, de Religião, de Culto, assim como, à Liberdade de Associação. As Obediências Maçónicas Portuguesas: Grande Loja Regular de Portugal, Grande Oriente Lusitano, Grande Loja Simbólica de Portugal e Grande Loja Simbólica da Lusitânia - Maçonaria Mista Portuguesa, tornaram publico, em comunicados, o seu profundo desagrado e indignação pelo Projecto Lei do PSD, relativo à obrigatoriedade dos detentores de cargos políticos terem de informar se são membros da Maçonaria.

A Maçonaria defende sim, os Direitos e Princípios consagrados na Constituição da República Portuguesa mormente os artigos 41º e 46 referentes respetivamente à Liberdade de Consciência, de Religião, de Culto, assim como, à Liberdade de Associação.

Comunicados das Obediencias Maçónicas portuguesas:

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      COMUNICADO GRANDE LOJA SIMBÓLICA DE PORTUGAL

 

COMUNICADO

Como tem vindo a ser noticiado nos órgãos de comunicação social, a Assembleia da República Portuguesa prepara-se para promover uma alteração legal que torna obrigatório que todos os deputados e titulares de cargos públicos declarem, no seu registo de interesses, se pertencem a associações e organizações "discretas", nomeadamente a Maçonaria e o Opus Dei.

Se o diploma apresentado pelo partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) previa incluir o preenchimento facultativo no regime do exercício de funções dos titulares de cargos políticos, no caso de pertença a estas organizações, o Partido Social Democrata (PSD) foi mais longe e propôs que esta declaração seja obrigatória.

O princípio que fundamenta esta alteração legal é antidemocrático e inconstitucional, uma vez que viola frontalmente os princípios da intimidade da reserva da vida privada, da liberdade de consciência, de religião e de culto, previstos nos artigos 26º e 41º da Constituição da República Portuguesa.  Esta proposta é contrária à liberdade individual do ser humano e "persecutória" da cidadania.

Trata-se, clara e objetivamente, de uma lei de retrocesso e regresso ao espírito do Estado Novo. Relembra o nevoeiro tenebroso que se seguiu à Lei n.º 1901, de 21 de Maio de 1935, da República Portuguesa, proposta por José Cabral e que visou a ilegalização e dissolução da Maçonaria em Portugal.

Hoje, tal como em 1935, propostas deste jaez se forem aprovadas serão inúteis, improfícuas, injustas, cruéis e prejudiciais para a nossa democracia. 

Infelizmente, as trevas do salazarismo duraram quase cinco décadas. Se a presente lei vier a ser aprovada, estará dado o primeiro passo para se definhar a liberdade que tanto custou a recuperar. Leis análogas foram aprovadas sempre pelos regimes ditatoriais e intolerantes ao longo da História: na Itália de Mussolini, na Alemanha de Hitler, na União Soviética de Estaline, na Espanha de Franco, ou no Portugal de Salazar.

O diploma em discussão é violador dos direitos fundamentais da intimidade da reserva da vida privada, da liberdade de consciência, de religião e de culto, consagrados na Constituição da República Portuguesa e parte do pressuposto (errado) que a pertença a qualquer organização discreta tem uma natureza negativa.

Deste modo, porque a tolerância, a liberdade e a privacidade individual são e sempre serão colunas mestras e princípios progressistas fundadores da Maçonaria Universal, a Grande Loja Simbólica de Portugal declara-se totalmente contra este ou qualquer outro tipo de diploma legal que fira a democracia, a Constituição da República Portuguesa e a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

A Grande Loja Simbólica de Portugal combaterá sempre os dogmas, todas as formas de opressão, o terror, a miséria, o sectarismo, a corrupção e a violação dos Direitos Humanos.

Lisboa, 18 de março de 2021

O Grão Mestre

Amadeu Alves

 

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Logotipo-GLLP_GLRP_blue.jpg     COMUNICADO GRANDE LOJA LEGAL/REGULAR DE PORTUGAL

Maçonaria Regular apela ao bom senso e critica insinuações que atentam contra a honra e dignidade da instituição

Lisboa, 18 de Março de 2021 – COMUNICADO DO GRÃO MESTRE DA MAÇONARIA REGULAR PORTUGUESA, ARMINDO AZEVEDO.

“A Grande Loja Legal de Portugal – Grande Loja Regular de Portugal (GLLP/GLRP) é a maior obediência maçónica no nosso país reunindo cerca de 3.300 maçons e a única em Portugal reconhecida como cumprindo a Regularidade maçónica, celebrando em 2021 três décadas de trabalho e dedicação constantes para o bem comum, muitas das vezes em conjunto com outras respeitadas instituições da sociedade civil.

Ao longo destes 30 anos, nunca a GLLP/GLRP tomou posições públicas sobre assuntos relacionados com a atividade das instituições do Estado, fossem elas parte do poder Legislativo, Executivo ou Judicial.

No entanto, dada a gravidade dos factos, entende agora a GLLP/GLRP, através da figura institucional do seu Grão-Mestre, emitir as seguintes declarações:

A GLLP/GLRP apela ao bom senso das entidades que regem a nossa Nação, para que defendam os direitos e os princípios estabelecidos pela Constituição Portuguesa, e ao entendimento da profundidade das consequências éticas e morais da aprovação de uma Lei que obrigue um homem livre, para exercer uma função para a qual foi eleito, a ter de confessar obrigatoriamente as convicções filosóficas e espirituais que regem os princípios da sua vida.

A GLLP/GLRP recorda que a Maçonaria foi atacada inúmeras vezes ao longo da História e tem regularmente lançadas sobre si insinuações e acusações, mais ou menos explícitas. Muito recentemente, tal como sucedeu com as palavras proferidas pelo Dr. António Lobo Xavier – que, recorde-se, desempenha o cargo de Conselheiro de Estado - esses ataques têm como origem personalidades cujas funções e cargos exigiriam atitudes menos levianas, mais responsáveis e não atentatórias da honra e da dignidade alheias.

Qualquer alegação de um ato ilícito deve ser investigada por parte das autoridades competentes. Mas devem igualmente ser sancionadas quer a calúnia sem provas, quer as ofensas sem razão. Mais ainda quando afetam a reputação de toda uma instituição.

A Maçonaria age constantemente no estrito cumprimento e respeito da Lei: “Os Maçons cultivam nas suas Lojas o amor à Pátria, a submissão às leis e o respeito pelas autoridades constituídas. Consideram o trabalho como o dever primordial do ser humano e honram-no sob todas as formas (10 o Regra fundamental da Maçonaria Regular)”.

Como membros de uma organização singular que se assume pelo seu passado e por tudo o que ele representa como uma das maiores organizações democráticas a nível mundial, os maçons são respeitadores das leis do Estado, defensores da liberdade e promotores da fraternidade. Os princípios da Maçonaria são a liberdade dos indivíduos (instituições, raças, nações), a igualdade de direitos e obrigações dos Homens, a fraternidade entre todos os Homens e entre todas as nações. A Maçonaria respeita as opiniões políticas e crenças religiosas de todos, reconhecendo que todas as religiões e ideais políticos são igualmente respeitáveis. É, pois, natural a nossa vontade de que respeitem igualmente as nossas opções."

Armindo Azevedo
Grão Mestre da GLLP/GLRP

 

image.png     COMUNICADO GRANDE LOJA SIMBÓLICA DA LUSITANIA - MAÇONARIA MISTA PORTUGUESA

Temos assistido através dos meios de Comunicação Social, à discussão em Comissão de Especialidade da Assembleia da República de uma proposta de um partido político que preconizava a declaração de pertença à Maçonaria, ainda que em regime facultativo.

Posteriomente foi alterado este mesmo regime para passar a incluir nesta mesma proposta a obrigatoriedade de tal acto, não só aos membros das Ordens maçónicas mas a qualquer Associação.

A Maçonaria nos seus mais de 300 anos de vida envolveu-se em combates pelo fim da escravatura e pela defesa dos Direitos Humanos .Foi chacinada por Hitler, por Mussolini, por Franco, por Salazar. Isto é, a Maçonaria no mundo sempre incomodou aqueles a quem a Liberdade, a Igualdade e a Fraternidade incomóda. 

Num País que se ufana pela sua liberdade e se regozija pela sua democracia não cabem obrigações de declarar, em regime de obrigatoriedade legal, a pertença a qualquer associação legal e regularmente constituída sob pena de ultrajar os próprios valores em que se baseia.

Não há que apontar por temer e muito menos legislar para descriminar e num Estado de Direito democrático não se descrimina, exercem-se os direitos de cidadania, cumprem-se os deveres consignados e defendidos pela ética e pela moral e constituições democráticas.

Desta forma só ingenuamente poderíamos acreditar ser coincidência, um alto dignatário da Nação, um Conselheiro de Estado, vir despudoradamente apontar à Maçonaria actos de perseguição juridicamente doentios e nefastos ao bom nome das Instituições visadas. 

Despudor democrático porque vem no encalço da ignomínia legislativa, despudor ético porque sendo advogado insinua crimes sem os denunciar às entidades competentes, despudor nacional porque sendo um dignatário da República insinua acções contra Instituições centenárias com provas dadas justamente nos campos em que um Conselheiro de Estado deveria ser pródigo: na Liberdade, na Fraternidade e na Igualdade.

A Grande Loja Simbólica da Lusitânia vem por esta forma repudiar com veemência não mais um ataque capcioso à Maçonaria mas ao direito inalienável de cada cidadão em preservar a sua privacidade.

Foi também assim que a não tão longínqua lei Cabral de 1935 viria a proibir a Maçonaria para confortavelmente conduzir a sua ditadura. Ostensivamente recusamos estas atitudes tão análogas ao nosso passado recente. A memória dos que lutaram pelas liberdades e pelos direitos humanos, maçons ou não, clamam por esta recusa e nós, maçons do presente não pudemos negar o direito do futuro ser também constituído por homens livres e não estigmatizados por putativos democratas.

Isabel Viana

Grã-Mestre da Grande Loja Simbólica da Lusitânia – Maçonaria Mista Portuguesa 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

13ª Conferência Cidadania Digital II - Ética e Segurança online por Vitor Tomé, jornalista e Investigador do ISCTE.

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A Grande Loja Simbólica de Portugal irá organizar a décima terceira Conferência:

Cidadania Digital II - Ética e Segurança online por Vitor Tomé, jornalista e Investigador do ISCTE.

Atendendo ao grande sucesso da conferência anterior do dia 24 de fevereiro será a continuação natural do tema da conferência anterior.

Quarta-feira, 10 de março , pelas 21h30

Para participar na videoconferência, clique no link:
https://lnkd.in/dfKEQmC

O Ciclo das Grandes Videoconferências da Maçonaria Portuguesa insere-se numa abordagem de temas maçónicos e sociais, através de videoconferências abertas à Sociedade em geral, pela primeira vez em Portugal.

É organizado pela Grande Loja Simbólica de Portugal que é a terceira Obediência Maçónica Portuguesa.
Pratica o Rito Escocês Antigo e Aceite, Rito Antigo e Primitivo Memphis Misraim e o Rito Emulação com as cartas patentes do Grande Oriente de França (a maior Obediência Maçónica Francesa).

 

 

Wolfgang Amadeus Mozart faz 265 anos

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Wolfgang Amadeus Mozart nasceu em 27 de janeiro de 1756 na cidade austríaca de Salzburgo.

Desde criança apresentou grande talento musical. Seu pai, Leopold Mozart, era compositor e estimulou os dons musicais do filho.

Com este apoio paterno, começou a escrever duetos e pequenas composições para piano, ainda na infância.

No ano de 1763, o seu pai levou-o, para uma viagem pela França e Inglaterra. Na cidade de Londres, Mozart conheceu Johann Christian Bach, filho de Johann Sebastian Bach, cujas obras faziam grande sucesso em toda Europa.

Nos primeiros anos da década de 1770, visitou a Itália por três vezes. Neste país, compôs a ópera "Mitridate" que fez um grande sucesso. Logo em seguida, voltou a morar em Salzburgo, onde trabalhou como mestre de concerto, compondo missas, sonatas de igreja e serenatas.

A partir do começo da década de 1780 começa a viver dos recursos financeiros gerados pelos seus concertos, da publicação das suas obras e de aulas particulares de música. A primeira metade desta década é a época de maior sucesso de sua vida. Compõe óperas importantes e de grande sucesso como Idomeneo (1781), O Rapto do Serralho (1782), sonatas para piano, música de câmara e concertos para piano.

No ano 1782, mesmo contra a vontade de seu pai, casa com Constanze Weber.

Compôs a décima quarta ópera do seu catálogo, “As bodas de Fígaro” no ano de 1786 com a ajuda do poeta italiano Lorenzo da Ponte (1749-1838). Embora sem muito sucesso na cidade de Viena, a obra atraiu a atenção de muitas pessoas na cidade de Praga. Recebeu uma encomenda para elaborar uma nova ópera. O resultado foi “Don Giovanni”, considerada por muitos especialistas sua grande ópera. No ano de 1789, escreve “Così fan tutte”.

Apesar do sucesso das suas obras, começa a enfrentar problemas financeiros no final da década de 1780.

Concomitantemente quer ele, quer a mulher começaram a ter graves problemas de saúde.

Em 1791, compõe as duas últimas obras de sua vida, as óperas “A Clemência de Tito” e “A flauta mágica”.

Com a saúde já muito debilitada, morreu com apenas 35 anos de idade. A causa de sua morte foi, proavelmente, uma forte infecção intestinal.

José Adelino Maltez escreve no Expresso sobre Maçonaria

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De José Adelino Maltez, 

 NÃO! 

O estadão não tem absolutamente nada que cheirar na minha esfera metafísica ou iniciática.

Perdoem, portanto, esta minha carta de amor à Maçonaria, missiva que muitos acharão ridícula e anacrónica, não reparando que mais ridículo ainda é o facto de cada vez menos gente estar apaixonada para escrever cartas de amor às fraternidades cívicas que aquecem, em sagrado, o desalmado.

Apenas quero viver como comunitariamente me penso, em cadeia de união, sem pensar muito como, depois, vou ter de viver, com a chusma das fichas das pertenças desvendadas.

Infelizmente, um maçom, quando publicamente se assume, está sempre amarrado a uma situação de inferioridade dialética, perante quem confunde a transparência com “voyeurismo” sensacionalista da “ortodoxia das massas”.

Não é por esse atalho que consegue compreender-se a tal vida iniciática que “é uma vida e não uma doutrina – isto é, um estado de alma formado de emoções e intuições, que não de ideias ou de teorias”, como o afirmou Fernando Pessoa e que aqui gloso.

Quando os aparelhos públicos de poder esmagam, em coscuvilhice, a esfera da autonomia de humanos livres, que só parcelarmente são cidadãos de uma pátria livre, não podem esquecer-se que, nas fundações e na chave da abóbada do templo da comunidade política, está a eminente dignidade da pessoa humana.

Essa que é sempre uma pluralidade de pertenças identitárias que, como bolhas, se fazem e desfazem pelas adesões individuais, constituindo, não massas físicas, separadas em grupos formais, mas massas de ativismos animados por causas.

O Estado pode estar acima do cidadão, mas o homem livre tanto está ao lado do Estado, como até acima do Estado. Infelizmente, os vetustos soberanistas ainda não repararam que, além de sermos cidadãos da República Portuguesa, somos cidadãos europeus e podemos praticar, como cosmopolitas, o sonho de cidadãos do mundo.

Os provincianos vigilantes podem criar um rol de mercearia com filiações registáveis e até não reparar que, assim, violam diretamente o artigo 14 da Convenção Europeia dos Direitos do Homem.

Embebedam-se em ervas daninhas neototalitárias, que tanto são inconstitucionais em Portugal, como serão justamente acusadas de discriminação, perante a reação das sociedades civis e dos tribunais europeus.

Os projetos nascidos desta pulsão iliberal e dogmática podem até transformar-se num pudim cheio de vírgulas, só para que a prenhíssima montanha de certos partidos possa dar à luz qualquer coisinha, depois de gémitos imensos, num misto de ratinho escanzelado e de colorido papagaio de papelada, entre preconceitos e fantasmas.

Essa lógica da banalidade do mal, com bufos, consultorias, comentadorias, comedorias e sargentadas verbeteiras, continua incapaz de compreensão face ao místico e àqueles deuses que podem nascer dentro de cada um, desde o plural dos divinos aos mistérios antigos, às imemoriais aspirações do iniciático e do eterno, nomeadamente o pré-cristão e o iluminista, de que a Maçonaria é memória viva. 

José Adelino Maltez

no Expresso de 1 de abril 2021

 

Maçonaria presente no V FÓRUM MUDAR subordinado ao tema MINORIAS: Igualdade ou Equidade?

 

Quatro Grão Mestres da Maçonaria Portuguesa vão estar presentes no V FÓRUM MUDAR organizado pelo Movimento Mudar na Aula Magna da UTAD.

16.20: FERNANDO LIMA
Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano - PORTUGAL

17.15: JOSÉ MANUEL P. SILVA

Past Grão-Mestre da Grande Loja Legal de Portugal - PORTUGAL

17.45: AMADEU ALVES

Grão-Mestre da Grande Loja Simbólica de Portugal - PORTUGAL

17.55: ISABEL VIANA

Grã-Mestre da Grande Loja Simbólica Lusitânia - PORTUGAL

 

Programa do V FÓRUM MUDAR subordinado ao tema MINORIAS: Igualdade ou Equidade?

IV FÓRUM MINORIAS: igualdade ou equidade?

PROGRAMA

AULA MAGNA DA UTAD

24.03.2021

14.00: D. MANUEL LINDA
Excelência Reverendíssima Bispo do Porto - PORTUGAL
14.10: ROSÁRIO GAMBOA
Deputada da Assembleia da República Portuguesa | CG UTAD
14.20: SANDRA PEREIRA
Eurodeputada - PORTUGAL
14.30: BEATRIZ GOMES DIAS
Deputada da Assembleia da República Portuguesa
14.40: ARTUR SOVERAL
Deputado da Comissão de Direitos, Liberdades e Garantias da Assembleia da República Portuguesa 14.50: VÂNIA LOURENÇO
Estudante Universitária (Direito) de Etnia Cigana – PORTUGAL
15.00: MARIA JOSÉ COSTA
Associação Portuguesa das Mulheres Cientistas (AMONET) - PORTUGAL
15.10: ANTÓNIO SERZEDELO
OPUS GAY - PORTUGAL
15.20: MATILDE OLARTE MARTINEZ
Universidade de Salamanca - ESPANHA
15.30: JOANA MENEZES
Associação Portuguesa de Apoio à Vítima – APAV – PORTUGAL
15.40: GISELA ESPÍRITO SANTO
Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto Tâmega (IEFP, IP) - PORTUGAL
15.50: HENRIQUE CARIOCA
Dançoterapeuta - BRASIL
16.00: ALEXANDRE FAVAIOS
Câmara Municipal de Vila Real - PORTUGAL
16.10: VLADIMIR SILVA
Universidade Federal de Campina Grande - BRASIL
16.20: FERNANDO LIMA
Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano - PORTUGAL

Sessão de Abertura
CLÁUDIA PEREIRA
Secretária de Estado para a Integração e as Migrações - PORTUGAL

16.30: ALEXANDRE CHAVES
Ex. Autarca e Ex. Governador Civil - PORTUGAL
16.40: GUSTAVO BENETTI & JEFFERSON TIAGO
Universidade Federal de Roraima & Universidade Federal do Maranhão - BRASIL

16.50: MARGARIDA MARQUES & LUZIA OCA & MILA SIMÕES DE ABREU Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro - PORTUGAL

17.00: CARINA CARVALHO & ANTÓNIA ROSA
Universidade Estadual de Feira de Santana & Escola Estadual José Brígido Pereira Pedras Corinto - BRASIL

17.10: HELOAN PATRICK

Descendente Indígena - Tupinambás - BRASIL

17.15: JOSÉ MANUEL P. SILVA

Past Grão-Mestre da Grande Loja Legal de Portugal - PORTUGAL

17.25: LUISA DESMET

CARITAS Portuguesa – PORTUGAL

17.35: LÍLIA MACIEIRINHA

Membro do Conselho Geral da UTAD – PORTUGAL

17.45: AMADEU ALVES

Grão-mestre da Grande Loja Simbólica de Portugal - PORTUGAL

17.55: ISABEL VIANA

Grã-Mestre da Grande Loja Simbólica Lusitânia - PORTUGAL

18.05: EUGÉNIO FONSECA

Diocese de Setúbal – PORTUGAL

18.15: FRANCISCO JACUCHA & ESTER EPACO PENA & JOSÉ PINTO

Escola Superior Pedagógica Bengo & Ministério da Educação & Psicólogo Clínico - CABO VERDE

18.25: Debate / espaço reservado a questões a serem colocadas aos oradores e demais considerações sobre a temática em apreço

FÁTIMA VALE | Encerramento da Sessão do V Fórum MUDAR

Moderação: Levi Leonido (Organização) Luiz Gonzaga (FCDP) e Luís Mendonça

(Universidade FM). Transmissão via UTAD TV (https://utadtv.utad.pt/) e UFM (https://www.universidade.fm/).

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Conferência: A Vida Portuguesa e o Novo Amanhã, por João Rodil - Grande Loja Simbólica da Lusitania - Maçonaria Mista Portuguesa

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A Grande Loja Simbólica da Lusitânia - Maçonaria Mista Portuguesa irá realizar a:

 Conferência: A Vida Portuguesa e o Novo Amanhã,

por João Rodil, Investigador na área de história, etnografia e literatura, com diversas obras publicadas e autor do programa televisivo “Portugal Culto e Oculto”, da RTP.

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Quinta-feira, dia 25 de março pelas 21h30.

Link da Conferência: https://rebrand.ly/grande conferência

A Grande Loja Simbólica da Lusitânia é a Obediência Mista Portuguesa. 

É membro da maior Organização Maçónica Europeia - a A.M.E. (ou Aliança Maçónica Europeia) - e da U.M.M. (União Maçónica do Mediterrâneo).

Possui Lojas localizadas em todo o território nacional, nomeadamente Porto, Aveiro, Coimbra, Castelo Branco, Lisboa, Faro.

A Grande Loja Simbólica da Lusitânia trabalha o Rito de Memphis-Misraim, Rito Escocês Antigo e Aceite e o Rito de Emulação/Rito York com as Cartas Patentes do Grande Oriente de França (a maior Obediência Maçónica Francesa), transmitindo a legitimidade para a prática maçónica em Portugal.

O Ciclo das Grandes Conferências da Maçonaria Portuguesa é organizado por Obediências Maçónicas portuguesas e insere-se numa abordagem de temas maçônicos, através de videoconferências abertas à Sociedade em geral.

12 ª Conferência: Cidadania Digital por Vitor Tomé, jornalista e Investigador do ISCTE - Grande Loja Simbólica de Portugal – Maçonaria Portuguesa

 

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A Grande Loja Simbólica de Portugal irá organizar a décima segunda Conferência: Cidadania Digital por Vitor Tomé, jornalista e Investigador do ISCTE.

Quarta-feira, 24 de fevereiro, pelas 21h30

Para participar na videoconferência, clique no link:

https://rebrand.ly/grandeconferencia

O Ciclo das Grandes Videoconferências da Maçonaria Portuguesa insere-se numa abordagem de temas maçónicos e sociais, através de videoconferências abertas à Sociedade em geral, pela primeira vez em Portugal,

É organizado pela Grande Loja Simbólica de Portugal que é a terceira Obediência Maçónica Portuguesa,

Pratica o Rito Escocês Antigo e Aceite, Rito Antigo e Primitivo Memphis Misraim e o Rito Emulação com as cartas patentes do Grande Oriente de França (a maior Obediência Maçónica Francesa).

Conferência “O Processo Iniciático e o Compromisso Humanista”, por Philippe Foussier, Past Grão-Mestre do Grande Oriente de França. Organizado pela Grande Loja Simbólica da Lusitania - Maçonaria Mista Portuguesa

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Dia 20 de janeiro, pelas 21h00

Conferência online “O Processo Iniciático e o Compromisso Humanista”, por Philippe Foussier

Evento organizado pela Grande Loja Simbólica da Lusitânia – Maçonaria Mista Portuguesa

Novo ano, nova conferência online integrada no Ciclo de Conferências da Maçonaria Portuguesa, organizado pela Grande Loja Simbólica de Portugal e Grande Loja Simbólica da Lusitânia, que decorre no próximo dia 20 de janeiro, pelas 21h00.

Esta 11ª Conferência do referido Ciclo conta com a preleção de Philippe Foussier, Past Grão-Mestre do Grande Oriente de França (GODF), e é dedicada ao tema “O Processo Iniciático e o Compromisso Humanista”.

Philippe Foussier é jornalista independente, tendo sido freelancer durante alguns meses. Foi Editor-Chefe do “Communes de France”, um periódico destinado a eleitos locais, entre 1995 e 2017. Maçom há mais de 25 de anos, foi Grão-Mestre do Grande Oriente de França (GODF) em 2017.

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Sobre o Grande Oriente de França, ao “La Depeche.Fr”, Foussier salienta que esta “intervém no debate social e ao contrário de outras que se reservam e não se expressam publicamente”. 

Já sobre a Maçonaria, e ao mesmo órgão, refere que “é um espaço em que homens e mulheres passam algumas horas por mês para refletir e tentar melhorar o homem e a sociedade”, onde “existem notários, médicos, mas também desempregados. A mistura social é muito forte. A Maçonaria não é um acelerador de carreira”. Ao “Le Trois”, o Past Grão-Mestre do GODF afirma que a Maçonaria “oferece aos seus membros uma abordagem iniciática e pessoal, mas que ganha sentido num coletivo comprometido com o serviço do humanismo, do universalismo, das lutas pela República, do laicismo, do progresso social e científico, justiça, dignidade e direitos iguais. Até porque é composta por mulheres e homens com sensibilidades filosóficas, espirituais e políticas variadas, a Maçonaria não é, nem uma igreja, nem um partido político, mas tenta situar-se a montante da política para afirmar uma série de princípios aos quais todos os Maçons se referem”.

Para assistir à Conferência, seguir o link: https://rebrand.ly/grandeconferencia .