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LIVRO “A MAÇONARIA E OS AÇORES”

O Centro de Conhecimento dos Açores da Direcção Regional da Cultura da Presidência do Governo promove dia 16 de Maio, em Ponta Delgada, a apresentação pública do livro “A Maçonaria Portuguesa e os Açores (1792-1935)”, da autoria de António Lopes.

A apresentação da obra, que decorrerá na Biblioteca Pública e Arquivo de Ponta Delgada, a partir das 21 horas, vai estar a cargo de Carlos Enes.

O autor de “A Maçonaria Portuguesa e os Açores (1792-1935)” é director do Museu Maçónico Português, cargo que acumula desde 2003 com as funções de presidente da Associação Portuguesa de Arte Fotográfica, membro do Conselho Cultural da Associação Industrial Portuguesa e consultor do Instituto do Património.

O Centro de Conhecimento dos Açores da Direcção Regional da Cultura da Presidência do Governo promove dia 16 de Maio, em Ponta Delgada, a apresentação pública do livro “A Maçonaria Portuguesa e os Açores (1792-1935)”, da autoria de António Lopes.

O Centro de Conhecimento dos Açores da Direcção Regional da Cultura da Presidência do Governo promove dia 16 de Maio, em Ponta Delgada, a apresentação pública do livro “A Maçonaria Portuguesa e os Açores (1792-1935)”, da autoria de António Lopes.

A apresentação da obra, que decorrerá na Biblioteca Pública e Arquivo de Ponta Delgada, a partir das 21 horas, vai estar a cargo de Carlos Enes.

O autor de “A Maçonaria Portuguesa e os Açores (1792-1935)” é director do Museu Maçónico Português, cargo que acumula desde 2003 com as funções de presidente da Associação Portuguesa de Arte Fotográfica, membro do Conselho Cultural da Associação Industrial Portuguesa e consultor do Instituto do Património.

DURÃO BARROSO RECEBE MAÇONARIA

António Reis integrou uma delegação de representantes da maçonaria europeia que foi hoje recebida pelo chefe do executivo europeu, o que acontece pela primeira vez.

Em declarações à Agência Lusa, no final da reunião, o grão-mestre do GOL sublinhou que "o encontro correu de maneira muito cordial e desfizeram-se alguns mal-entendidos" a propósito de um discurso proferido por José Manuel Durão Barroso, em Setembro último, durante um encontro ecuménico, na Roménia.

"Demos conta que existe, afinal de contas, uma grande consonância entre as nossas posições, nomeadamente na defesa da laicidade na Europa", referiu ainda o antigo deputado socialista.

Reis sublinhou também que encontrou em Durão Barroso "o apoio àqueles que são também os nossos valores: a liberdade de consciência, a defesa da liberdade religiosa - que é a de ter religião mas também de não ter - e saímos daqui muito tranquilos".

A atestar a boa relação com esta comunidade de convicção, o presidente da Comissão Europeia irá enviar uma mensagem ao próximo encontro maçónico europeu, dia 20 Junho, em Atenas.

António Reis disse ainda que Durão Barroso aceitou um convite pessoal para visitar a sede do GOL, no palácio Maçónico de Lisboa.

Por seu lado, fonte próxima do presidente da Comissão Europeia disse à Lusa que este está aberto ao diálogo com todas as comunidades religiosas e de convicção, referindo ainda que, no início do encontro com os sete responsáveis maçónicos europeus Durão Barroso releu o discurso proferido no encontro ecuménico de Sibiu.

Na próxima terça-feira, António Reis regressa a Bruxelas para participar numa reunião do comité de especialistas para orientar a criação da futura Casa da História Europeia, que integra.

O grupo, escolhido Parlamento Europeu é composto por dez personalidades europeias.

A Casa da História Europeia é um projecto que tem como objectivo reunir numa casa comum todos os aspectos da história do Continente europeu que, da Segunda Guerra Mundial aos nossos dias, estiveram na origem da instituição das Comunidades Europeias e da União e caracterizaram o processo de integração.