ptenfrdeitrues

Tema da Maçonaria no novo livro de Dan Brown?

O autor do livro O Código Da Vinci, Dan Brown, poderá lançar o seu novo livro envolvendo a Maçonaria.

Segundo o programa de TV Entertainment Tonight, que divulga notícias sobre celebridades, disse que o diretor de cinema Ron Howard lhe revelou em entrevista que Dan Brown já completou seu terceiro livro baseado no personagem fictício do simbologista de Harvard Robert Langdon.

Ron Howard dirigiu a adaptação de Código Da Vinci para o cinema, em 2006, com Tom Hanks no papel de Langdon.

Uma porta-voz da editora de Dan Brown, Doubleday, disse apenas que o escritor "está fazendo grandes progressos", não chegando a confirmar ou desmentir a notícia dada por Howard.

"Ainda não temos um título ou data de publicação a divulgar", disse a porta-voz Suzanne Herz. A Doubleday é uma unidade da Bertelsmann AG.

Tem vindo a aumentar a especulação sobre a envolvencia da Maçonaria no novo livro.

Várias fontes afirmam que o próximo livro de Brown tem o título provisório de The Solomon Key (A chave de Salomão) e que a história acontece em Washington e gira em torno da maçonaria.

O Código Da Vinci vendeu mais de 70 milhões de cópias e liderou listas dos livros mais vendidos em todo o mundo. Mas provocou alguns constrangimentos do Vaticano e de alguns católicos, devido à sua trama fictícia envolvendo conspirações e a Igreja Católica.Ron Howard falou ao Entertainment Tonight em Genebra no set de filmagens de Anjos e Demônios, outro filme baseado num romance de Dan Brown e com Tom Hanks no papel de Langdon.O filme está neste momento em exibição nos cinemas em Portugal.


MAÇONARIA E PORTUGAL, Entrevista do Prof. Maltez a “o Diabo” - Maçonaria em Portugal

 

MAÇONARIA E PORTUGAL

Entrevista do Prof. Maltez a “o Diabo”

 

Como olha para a forma como a Maçonaria, em Portugal, exerce a sua influência nos meios políticos?
.
Em Portugal, a maçonaria teve profunda influência na construção do regime demoliberal da monarquia constitucional e da I República e ainda foi uma alavanca fundamental das parcelas das forças armadas não salazaristas do 28 de Maio. A partir de 1935 foi legalmente extinta e efectivamente perseguida, retomando a sua actividade não clandestina depois de 1974, a partir de cerca de uma centena de irmãos que semearam a continuidade da tradição da ordem. A regeneração da tradição demoliberal, a que a Maçonaria está profundamente ligada não permitiu que a instituição clássica representada no Grande Oriente Lusitano e as novas obediências instituídas, sobretudo na década de noventa do século XX, pudessem ter influência moral equivalente ao que sempre sucedeu em regimes como os do Brasil, dos Estados Unidos da América, da França ou do Reino Unido, cujas democracias são efectivas co-criações maçónicas. Contudo, o processo de adaptação ao pós-autoritarismo das maçonarias portuguesas foi mais expansivo do que noutros países da Europa como na Alemanha e em Espanha.

Essa influência é, na sua opinião, clara ou, por seu turno, é muito pouco transparente?

O processo só pode ser visto como não transparente por quem não conhece o fenómeno democrático e as tradições de luta contra o fanatismo, a ignorância e a intolerância. Infelizmente, em Portugal, ainda permanece um subsolo de incompreensão face a uma ordem a que pertenceram pessoas como Kant, D. Pedro IV, Churchill ou Jean Monnet, de liberais a socialistas, de conservadores a destacadas figuras eclesiásticas. Bastava aliás notar que a última intervenção pública de Fernando Pessoa, nas vésperas da morte foi a defesa da não extinção da maçonaria contra os ditames da primeira lei do Estado Novo, desencadeada por um conhecido defensor da restauração da pena de morte que, em 1867, fora abolida depois de uma campanha e do empenhamento de maçons portugueses que, no mesmo dia, também lançavam o primeiro Código Civil, o do maçon António Luís de Seabra. Dizer que o Partido Conservador britânico sempre foi enraizadamente maçónico ou que a Resistência francesa nasceu desse impulso espiritual apenas causa espanto para mentalidades tão intolerantes quanto certa faceta ultra-positivista e neojacobina da história maçónica, a que queria “enforcar o último papa nas tripas do último padre”. Porque os maçons, em termos de opção política, correm todo o espaço dos arcos democráticos que defendem as sociedades livres e pluralistas.

Temos a ideia de que as nomeações governamentais por vezes têm de respeitar uma espécie de quota maçónica. Esta ideia corresponde à realidade?


Quotas, ao que parece, só para as mulheres e, noutros países multiculturais, para algumas minorias étnicas. Julgo que, por cá, se fôssemos para as quotas, em regime de proporcionalidade, qualquer organizador de governos não poderia desempenhar a sua missão. Quanto ao caso concreto, como não há lei nenhuma que imponha a declaração de crenças íntimas e a liberdade de associação de cada um, porque seria flagrantemente inconstitucional. Logo, resta a teoria da conspiração, a que se têm rendido algumas forças neocatolaicas, no habitual confronto do pluralismo eclesiástico...

É conhecida a posição da Igreja em relação à Maçonaria, sobretudo à sua atitude de secretismo. A Igreja sempre olhou de forma desconfiada para as relações crescentes entre o poder político e a Maçonaria e coloca em causa o poder democrático que é transferido do povo para mão alheia. Como se pode interpretar estas posições?

Julgo que a maçonaria é tão secreta quanto os conclaves e as conferências episcopais das várias igrejas. No caso concreto da Igreja Católica, talvez seja importante recordar que desde 1891, os católicos abandonaram a classificação de heresia para os demoliberais e a doutrina social católica obrigou a uma mudança profunda. Seria também correcto que alguns católicos, que parecem querer fundar um eventual partido antimaçónico, como já aconteceu há centenas de anos nos Estados Unidos, reparassem na pluralidade dos universos maçónicos, dado que eles não se confundem com o ateísmo, o agnosticismo ou o panteísmo.

Qual a importância da Maçonaria, no caso, em Portugal? Ou seja, que mais-valias pode ela dar à sociedade e ao desenvolvimento do País?

Julgo que Portugal tem urgência no renascimento de importantes forças morais e espirituais que marcaram a tradição portuguesa, até na tradição do altruísmo e da filantropia. A história da maçonaria e a história dos católicos portugueses impõem que eles regressem aos momentos altos de refundação nacional, como aconteceu com o lançamento do nosso mais recente regime democrático, onde, em todos os principais partidos, conviveram altos membros da Igreja Católica e da Maçonaria, todos impedindo o regresso a um confronto entre a política e a religião, ao contrário do que sucedeu em certas fases da I República e com o salazarismo, onde a persiganga mútua foi má para o povo. Nestes tempos de crise, a restauração de uma política de valores impõe que não se recrie um ambiente propício à incompreensão entre o humanismo cristão e o humanismo laico, cuja aliança é, aliás, a matriz do recente projecto europeu, nascido do combate aos totalitarismos. Basta que haja compreensão pelas diferenças e honesta intenção de homens de boa vontade, mesmo que ambas as famílias de valores reconheçam erros passados, de confrontos que, quase sempre, levaram à vitória de inimigos comuns.

Maçonaria aumenta para o dobro o numero dos seus membros


 

António Reis afirmou que as adesões têm sido crescentes, o que justificou com «os tempos de relativismo nos valores morais e éticos». «As pessoas sentem-se um pouco perdidas e procuram valores mais sólidos em que acreditar», acrescentou.

O grão-mestre confirmou a constituição de uma fundação para gerir o património do GOL, com «noventa por cento de aprovações», apesar de reconhecer a existência de alguma polémica à volta deste tema.

Uma sala com os símbolos maçónicos e a decoração adequada à prática dos rituais foram recriadas no Centro de Interpretação da Serra da Estrela (CISE) durante as Jornadas Históricas, que começaram hoje e terminam sábado.

O objectivo, segundo António Lopes, director do Museu Maçónico do GOL, é «mostrar aos não iniciados alguns dos símbolos e rituais da maçonaria».

A décima primeira edição das Jornadas Históricas de Seia trouxe a esta cidade alguns dos nomes mais relevantes do movimento maçónico português. Durante a manhã foram oradores Salvato Teles de Menezes, administrador da Fundação D. Luís I, que abordou o tema «As origens da maçonaria: lenda e realidade», seguindo-se António Lopes, que falou sobre «A maçonaria portuguesa, das origens ao triunfo do Liberalismo».

Durante a tarde falam Eduardo Catroga, sobre «Maçonaria e Política», Maria Belo, que abordará «Consequências políticas da acção da maçonaria feminina», e Alfredo Caldeira, da Fundação Mário Soares, que dissertará sobre a «Maçonaria durante a ditadura do Estado Novo», ao que se seguirá uma mesa redonda, moderada por António Reis, grão-mestre do GOL e Martim Guia, grão-mestre da Grande Loja Legal de Portugal.

As jornadas sobre «Maçonaria, Sociedade e Política: Uma Visão Histórica», organizadas pelo Arquivo Municipal de Seia, terminaram sábado de manhã, com as intervenções de António Ventura, sobre «A Maçonaria em Seia», de Frei Bento Domingues, sobre «Maçonaria e a Questão Religiosa», e de Joaquim Gomes Canotilho, sobre «Maçonaria e Direitos Humanos» .

 

Maçonaria, Sociedade e Política: Uma Visão Histórica, em Seia. Principais Dignatários da Maçonaria Portuguesa reunidos no mesmo evento.

O Arquivo Municipal de Seia vai promover, nos dias 14 e 15 de Novembro, mais uma edição das Jornadas Históricas, desta vez subordinadas ao tema “Maçonaria, Sociedade e Política: Uma Visão Histórica”.

O evento traz a Seia personalidades como Fernando Catroga, Maria Belo (Grã Mestre da Grande Loja Femenina de Portugal) e António Ventura, ligados ao Ensino em Portugal. Estarão ainda presentes Salvato Telles de Menezes, da Fundação D. Luís I, António Lopes, director do Museu Maçónico do GOL, Alfredo Caldeira da Fundação Mário Soares, António Reis (Grão Mestre do Grande Oriente Lusitano), Feliciana Ferreira, Martin Guia (Grão Mestre da Grande Loja Legal de Portugal) e António Arnaut (Past Master do Grande Oriente Lusitano) e ainda Frei Bento Domingues do Instituto São Tomás de Aquino.

As 11ª Jornadas terão lugar no Centro de Interpretação da Serra da Estrela e contarão com a creditação do Conselho Cientifico Pedagógico de Formação Contínua (CCPFC), para efeitos de progressão na carreira docente “06 créditos”.

No âmbito do programa a Casa Municipal da Cultura recebe no primeiro dia do evento, pelas 21:30h, o concerto “Flauta Mágica de Mozart”, da Orquestra do Norte.

Nicolas Sarkozy poderá pertencer à Maçonaria Francesa.

Nicolas Sarkozy poderá pertencer à Maçonaria Francesa.

Nos últimos tempos, a imprensa francesa, tem indicado Sarkosy, como pertencente à Maçonaria Francesa.

O livro 'La République, les religions, l'espérance' (A República, as religiões, a esperança), editado em 2004, foi escrito por o actual Presidente françês Sarkozy, e tem sido estudado em muitas Lojas maçónicas francesas.

Xavier Bertrand, secretário geral da UMP, e Brice Hortefeux, ministro do Trabalho e conselheiro do presidente são declaradamente maçons.

A divulgação e identificação como Maçom, é um acto pessoal e voluntario, pelo que, até ao momento não nos foi possível confirmar oficialmente esta facto, pelo que a especulação

Barak Obama, Membro da Maçonaria?

Em resposta aos inúmeros contactos recebidos, questionando sobre as ligações de Barack Obama à Maçonaria,

podemos apenas afirmar que existe uma Grande Loja norte-americana,

denominada Prince Hall, em que predominam maçons afro-americanos, constando ainda entre os

seus membros personalidades das antigas administrações Clinton e G. W. Bush, além de Senadores Seniors em Washington.


Oficialmente, no entanto, não existe qualquer ligação entre esta ou outra Obediência Maçónica Norte-Americana

e o presidente eleito Barack Obama.


Tal facto, não nos permite, portanto, afirmar se o novo Presidente eleito dos Estados Unidos da América é Maçom.

Faleceu grão-mestre da Maçonaria Regular, Almiro Marques

O grão-mestre da Grande Loja Regular de Portugal, Almiro Marques, morreu este sábado à noite, aos 77 anos, disse fonte daquela obediência maçónica.

Almiro Marques, advogado, faleceu cerca das 22:00, no hospital Curry Cabral, onde estava internado há mais de uma semana, após ter sofrido uma paragem respiratória, seguida de pneunomia.

Natural da Marinha Grande, Almiro Marques começou a trabalhar aos 11 anos na indústria vidreira, tendo desenvolvido a sua carreira profissional nesta área durante 38 anos. A partir de 1983 dedicou-se exclusivamente à advocacia, especializando-se em direito dos negócios, administrativo e urbanístico, de acordo com informação disponibilizada na página da Internet da Grande Loja Regular de Portugal. Almiro Marques entrou para a maçonaria em 1966, e foi eleito grão-mestre em 2005.

Jornadas Históricas de Seia discutem “Maçonaria, Sociedade e Política”


As XI Jornadas Históricas de Seia, organizadas pelo Arquivo Municipal, vão debater este ano o tema “Maçonaria, Sociedade e Política: Uma Visão Histórica”.
As sessões de trabalho decorrem no auditório do Centro de Interpretação da Serra da Estrela (CISE), nos dias 14 e 15 de Novembro, e trazem a Seia várias personalidades, nomeadamente António Reis, António Arnaut, Salvato Telles de Menezes, António Lopes, Maria Belo, Alfredo Caldeira, Feliciana Ferreira, Martim Guia, António Ventura e Frei Bento Domingues.
Coordenadas por Fernando Catroga, professor catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, as Jornadas têm início às 10 horas do dia 14, logo se seguindo as intervenções de Salvato Telles de Menezes, administrador delegado da Fundação D. Luís I, sobre “Maçonaria: As origens”, e de António Lopes, director do Museu Maçónico Grande Oriente Lusitano (GOL), que apresentará “A maçonaria portuguesa – das origens ao triunfo do liberalismo”. Após o almoço, Fernando Catroga, da Universidade de Coimbra, falará sobre “Maçonaria e a política (séc. XIX/XX)”, Maria Belo, ex-professora da Universidade Nova de Lisboa, fará a apresentação das “Consequências políticas da acção da maçonaria feminina” e Alfredo Caldeira, da Fundação Mário Soares, apresentará “Maçonaria durante a ditadura e o Estado-Novo”. As últimas intervenções do dia decorrerão no âmbito de uma mesa-redonda onde marcarão presença António Reis, Grão Mestre, que falará sobre a “Maçonaria do Grande Oriente Lusitano”, Feliciana Ferreira, Grão Mestre, que abordará a “Maçonaria feminina”, e Martim Guia, Grão Mestre, que apresentará “Maçonaria regular”.
No sábado, dia 15, as intervenções começam às 9h30, com o tema “Maçonaria em Seia”, por António Ventura, da Universidade de Lisboa, seguindo-se “Maçonaria e a questão religiosa”, por Frei Bento Domingues, do Instituto São Tomás de Aquino. A última conferência será proferida pelo antigo Grão Mestre do GOL, António Arnaut, que falará sobre “Maçonaria e os direitos humanos”. O encerramento dos trabalhos está previsto para as 11h30, seguindo-se um almoço oferecido pelo Município de Seia a todos os participantes inscritos.
As Jornadas contam com a creditação do Conselho Cientifico Pedagógico de Formação Contínua (CCPFC), e concedem 6 créditos para efeitos de progressão na carreira docente. A participação nas XI Jornadas Históricas tem um custo de dez euros, podendo as inscrições ser realizadas por telefone – 238 081392 – ou através do e-mail arquivomunicipal@cm-seia.pt
No âmbito do programa das Jornadas terá ainda lugar, na Casa Municipal da Cultura, na noite do dia 14 de Novembro, e a partir das 21h30, o concerto “Flauta Mágica, Abertura”, de Amadeus Mozart, executado pela Orquestra Sinfónica do Norte.

Centenário da Grande Loja de Itália

 

 

gl_italia.jpg
Grande Loja de Itália comemorou em Roma, neste mês de Outubro, o seu primeiro centenário. António Reis, em representação do Grande Oriente Lusitano - Maçonaria Portuguesa, esteve presente.

 

As comemorações, que decorreram nos dias 10,11 e 12, revestiram-se de grande brilho e dividiram-se em duas iniciativas de grande relevo: o “1º Encontro de jovens franco-maçons da Grande Loja de Itália e de Outras Obediências”, que se realizou no dia 10; e um Congresso Internacional subordinado ao tema “1908-2008, um século de vida, um século de tradição, um século de empenho na defesa da liberdade”